{"id":7335,"date":"2020-08-08T23:49:02","date_gmt":"2020-08-09T02:49:02","guid":{"rendered":"https:\/\/vos.homolog.arsnova.work\/?p=7335"},"modified":"2020-08-09T01:43:28","modified_gmt":"2020-08-09T04:43:28","slug":"diario-da-pandemia","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/vos.homolog.arsnova.work\/?p=7335","title":{"rendered":"Di\u00e1rio da Pandemia"},"content":{"rendered":"<h6 style=\"text-align: justify\"><span style=\"font-weight: 400\">Nessa semana, fui convidada para contribuir com um texto no<a href=\"https:\/\/diariodapandemia.blogspot.com\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\"> Di\u00e1rio da Pandemia.<\/a> O projeto, que come\u00e7ou no in\u00edcio do isolamento social, publica, a cada dia, as impress\u00f5es de uma pessoa diferente sobre esse momento triste e estranho que vivemos.<\/span><\/h6>\n<h6 style=\"text-align: justify\"><strong>QUERIDO DI\u00c1RIO<\/strong><\/h6>\n<p style=\"text-align: justify\"><span style=\"font-weight: 400\">Optei por escrever em um estilo bem confessional, como se estivesse desabafando em um caderninho, como muito fiz na inf\u00e2ncia e adolesc\u00eancia. S\u00f3 que os tempos s\u00e3o duros e as reflex\u00f5es acabam sendo muito relacionados \u00e0 dissemina\u00e7\u00e3o do coronav\u00edrus e suas graves consequ\u00eancias. O texto foi publicado nesse s\u00e1bado no Di\u00e1rio da Pandemia e come\u00e7a assim:<\/span><\/p>\n<h6 style=\"text-align: justify\"><span style=\"font-weight: 400\"><em>\u201cQuerido di\u00e1rio, falo do futuro. N\u00e3o por ter conseguido fabricar alguma m\u00e1quina do tempo. Mas \u00e9 para os dias que ainda est\u00e3o por vir que me remeto, quando fico mais triste nessa quarentena intermin\u00e1vel. Me projeto mentalmente para algum momento de 2021 no qual a vida de todos esteja um pouco menos cinzenta, sem a sombra de um balan\u00e7o di\u00e1rio de mortes por um v\u00edrus que desestabilizou o planeta.\u201d<\/em>\u00a0 Leia o texto completo <a href=\"https:\/\/diariodapandemia.blogspot.com\/2020\/08\/dia-144-por-flavia-cunha.html\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">aqui<\/a>.<\/span><\/h6>\n<h6 style=\"text-align: justify\">F\u00c9 E PANDEMIA<\/h6>\n<p style=\"text-align: justify\"><span style=\"font-weight: 400\">Por coincid\u00eancia, a editora-chefe do V\u00f3s, Ge\u00f3rgia Santos tamb\u00e9m foi convidada nesta semana a participar do projeto. O texto da Ge\u00f3rgia faz uma rela\u00e7\u00e3o entre a f\u00e9 e a pandemia. Nesse trecho, quase no final do relato, ela reflete a forma como o momento atual acabou mudando sua forma de lidar com a religiosidade (e n\u00e3o vou\u00a0 revelar a maneira exata como a Ge\u00f3rgia faz isso porque a leitura do texto inteiro vale muito):<\/span><\/p>\n<h6 style=\"text-align: justify\"><em><span style=\"font-weight: 400\">\u201c<\/span><span style=\"font-weight: 400\">[&#8230;] eu resolvi fazer as pazes com a religi\u00e3o como uma forma de lidar com a ansiedade, a dor e a raiva que essa pandemia me traz. Resolvi fazer as pazes com a Igreja Cat\u00f3lica para tentar espantar o \u00f3dio por quem coloca a vida dos outros em risco, a frustra\u00e7\u00e3o por n\u00e3o ter um governo inteiro, o medo de perder algu\u00e9m querido, a tristeza por quem j\u00e1 precisou passar por isso.\u201d <\/span><\/em><span style=\"font-weight: 400\">\u00a0Leia o texto completo <a href=\"https:\/\/diariodapandemia.blogspot.com\/2020\/08\/dia-139-por-georgia-santos.html\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">aqui<\/a>.<\/span><\/h6>\n<h6><strong>DI\u00c1RIO COLETIVO<\/strong><\/h6>\n<p style=\"text-align: justify\"><span style=\"font-weight: 400\">O projeto foi criado pela escritora Julia Dantas, a partir do desejo de ter um di\u00e1rio coletivo em uma forma de registrar os anseios e agonias do per\u00edodo atual, por meio do que pode ser considerado como micro-hist\u00f3ria. Na estreia do Di\u00e1rio da Pandemia, em <a href=\"https:\/\/diariodapandemia.blogspot.com\/2020\/03\/18-de-marco-de-2020.html\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">18 de mar\u00e7o<\/a>, Julia comenta:<\/span><span style=\"font-weight: 400\">\u00a0<\/span><\/p>\n<h5 style=\"text-align: justify\"><em><span style=\"font-weight: 400\">\u201cAs coisas \u00e0s vezes parecem muito normais, \u00e0s vezes muito estranhas, e essa oscila\u00e7\u00e3o j\u00e1 \u00e9, em si, um estranhamento gigante.<\/span><\/em><\/h5>\n<h5><em><span style=\"font-weight: 400\">Esse di\u00e1rio come\u00e7a hoje.\u201d<\/span><\/em><\/h5>\n<p><span style=\"font-weight: 400\">Os relatos s\u00e3o em formatos diversos e j\u00e1 ultrapassam 140 dias (e pessoas envolvidas).\u00a0<\/span><span style=\"font-weight: 400\">Parab\u00e9ns, a Julia Dantas e ao Felipe Franke, organizadores da iniciativa. Que o Di\u00e1rio da Pandemia siga nos amparando nesses dias t\u00e3o dif\u00edceis.\u00a0<\/span><\/p>\n<p>*\u00a0 PS: Enquanto escrevia esse texto, foi noticiada a triste marca de 100 mil mortos no registro oficial de v\u00edtimas do coronav\u00edrus no Brasil. Todo o meu respeito aos mortos e minha solidariedade \u00e0s fam\u00edlias das v\u00edtimas.<\/p>\n<p><em>Imagem:\u00a0Skeeze\/Pixabay<\/em><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Nessa semana, fui convidada para contribuir com um texto no Di\u00e1rio da Pandemia. 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