{"id":3694,"date":"2018-03-06T18:55:11","date_gmt":"2018-03-06T21:55:11","guid":{"rendered":"https:\/\/vos.homolog.arsnova.work\/?p=3694"},"modified":"2018-03-06T18:55:11","modified_gmt":"2018-03-06T21:55:11","slug":"o-dia-da-mulher-e-as-heroinas-da-vida-real","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/vos.homolog.arsnova.work\/?p=3694","title":{"rendered":"O Dia da Mulher e as hero\u00ednas da vida real"},"content":{"rendered":"<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-weight: 400;\">O Dia Internacional da Mulher acaba favorecendo o protagonismo feminino na m\u00eddia. Tanto pela pauta de lutas por direitos das mulheres quanto por marcas e lojas tentando fazer \u201chomenagens\u201d &#8211; por vezes equivocadas. No meio liter\u00e1rio, seguem as tentativas de reconhecimento das mulheres, como j\u00e1 escrevi <a href=\"https:\/\/vos.homolog.arsnova.work\/voos-literarios\/por-onde-andam-as-escritoras-do-presente-e-do-passado\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">aqui<\/a>. <\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-weight: 400;\">.<\/span><\/p>\n<blockquote>\n<h2 style=\"text-align: center;\"><strong>O texto de hoje \u00e9 mais um diagn\u00f3stico do apagamento de algumas mulheres em detrimento dos homens na literatura brasileira (e fora dela)<\/strong><\/h2>\n<\/blockquote>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-weight: 400;\">.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-weight: 400;\">Nessas investiga\u00e7\u00f5es, cheguei ao ainda pouco conhecido <a href=\"https:\/\/www.editora.pucminas.br\/obra\/ursula\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\"><em>\u00darsula<\/em><\/a>, escrito por<a href=\"https:\/\/pt.wikipedia.org\/wiki\/Maria_Firmina_dos_Reis\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\"> Maria Firmina dos Reis<\/a> e publicado em 1859. <strong>\u00c9 considerado o primeiro romance abolicionista brasileiro. Foi escrito por uma mulher negra, em uma \u00e9poca em que poucas escritoras tinham vez na literatura nacional.<\/strong> Como deve ter sido a vida dessa escritora maranhense, falecida em 1917?<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-weight: 400;\">D\u00e1 para saber um pouco da trajet\u00f3ria dela atrav\u00e9s do livro <\/span><a href=\"https:\/\/www.companhiadasletras.com.br\/detalhe.php?codigo=55149\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\"><i><span style=\"font-weight: 400;\">Extraordin\u00e1rias, Mulheres que revolucionaram o Brasil<\/span><\/i><\/a><span style=\"font-weight: 400;\">, de Aryane Cararo e Duda Porto de Souza. Resultado de uma pesquisa extensa, traz a hist\u00f3ria de cerca de 40 mulheres de diferentes \u00e9pocas, do s\u00e9culo 16 at\u00e9 a atualidade. Entre elas, a estilista Zuzu Angel, que lutou contra a ditadura militar; a guerreira negra Dandara; a atriz Leila Diniz, que subverteu a moral e os costumes da sua \u00e9poca; e Maria da Penha, que batizou uma das leis fundamentais dos direitos femininos atuais.<\/span><\/p>\n<h3 style=\"text-align: justify;\">Na apresenta\u00e7\u00e3o, as autoras comentam sobre a condi\u00e7\u00e3o da mulher e o feminismo nos dias atuais:<\/h3>\n<blockquote>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-weight: 400;\">\u201cCada mulher tem sua parte hero\u00edna. Enfrentar os preconceitos que mesmo no s\u00e9culo xxi s\u00e3o t\u00e3o presentes em nossa sociedade, dando conta tamb\u00e9m de tantos pap\u00e9is e exig\u00eancias, \u00e9, sem d\u00favida, prova de for\u00e7a. Prova. Essa palavra que nasce conosco e nunca nos abandona. Parece que temos de provar tudo a todos a todo momento, embora a gente saiba muito bem que ningu\u00e9m nunca deveria ter de provar nada para garantir direitos iguais e respeito. Mas quem seria sua hero\u00edna? N\u00e3o vale falar da Mulher-Maravilha, Jean Grey, Mulan, Katniss Everdeen, Beatrix Kiddo ou Trinity. <\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-weight: 400;\">Queremos saber quem \u00e9 sua hero\u00edna de verdade, de carne e osso, aquela que voc\u00ea admira, cuja hist\u00f3ria conhece, com quem se identifica. Joana d\u2019Arc? Frida Kahlo? Marie Curie? Cle\u00f3patra? \u00c9 f\u00e1cil citar estrangeiras, mas onde ficam as brasileiras nessa lista? Sua inspira\u00e7\u00e3o \u00e9 uma de n\u00f3s? Na terceira onda do feminismo \u2014 ou quarta ou p\u00f3s-feminismo, porque s\u00f3 o tempo dir\u00e1 como ficar\u00e3o conhecidos os dias atuais \u2014, ainda parece dif\u00edcil citar nossas guerreiras de ontem e de hoje, aquelas que, como n\u00f3s, nasceram no Brasil ou decidiram viver aqui. E \u00e9 por isso que escrevemos este livro.\u201d<\/span><\/p>\n<\/blockquote>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-weight: 400;\">D\u00e1 para ler mais um trecho do livro <a href=\"https:\/\/www.companhiadasletras.com.br\/trechos\/55149.pdf\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">aqui<\/a>.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-weight: 400;\">Outra publica\u00e7\u00e3o que vai destacar perfis de mulheres que revolucionaram o mundo deve ser lan\u00e7ada em breve pelo projeto <strong>As Minas na Hist\u00f3ria.<\/strong> O livro ser\u00e1 publicado em <a href=\"https:\/\/www.facebook.com\/asminasnahistoria\/photos\/a.835921259826439.1073741828.835917929826772\/1590716684346889\/?type=3&amp;theater\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">uma parceria com a Gibim Editora<\/a>.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><em>A foto desse texto s\u00e3o de ilustra\u00e7\u00f5es feitas especialmente para o livro Extraordin\u00e1rias, Mulheres que revolucionaram o Brasil.<\/em><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\n<p style=\"text-align: justify;\">\n<p style=\"text-align: justify;\">\n<p style=\"text-align: justify;\">\n<p style=\"text-align: justify;\">\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O Dia Internacional da Mulher acaba favorecendo o protagonismo feminino na m\u00eddia. 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