{"id":3324,"date":"2017-12-30T11:36:26","date_gmt":"2017-12-30T13:36:26","guid":{"rendered":"https:\/\/vos.homolog.arsnova.work\/?p=3324"},"modified":"2018-01-01T22:12:58","modified_gmt":"2018-01-02T00:12:58","slug":"as-7-melhores-series-de-2017","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/vos.homolog.arsnova.work\/?p=3324","title":{"rendered":"As 7 melhores s\u00e9ries de 2017"},"content":{"rendered":"<p style=\"text-align: justify;\">\u00c9 muito dif\u00edcil fazer uma lista reduzindo grandes produ\u00e7\u00f5es a n\u00fameros t\u00e3o diminutos. Ao mesmo tempo, algumas s\u00e3o simplesmente melhores do que as outras. Por isso, escolhi sete s\u00e9ries que se destacaram em 2017 usando \u00fanica e exclusivamente o crit\u00e9rio do instinto. Lembrei dessas instantaneamente. Foram as mais memor\u00e1veis. As que mais marcaram o ano.<\/p>\n<p>.<\/p>\n<h2><strong>Master of None<\/strong><\/h2>\n<p><a href=\"https:\/\/vos.homolog.arsnova.work\/wp-content\/uploads\/2017\/12\/v1.aTsxMjU1MztqOzE3NTUwOzEyMDA7MzYwMDsyNDAw.jpeg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"size-full wp-image-3326 aligncenter\" src=\"https:\/\/vos.homolog.arsnova.work\/wp-content\/uploads\/2017\/12\/v1.aTsxMjU1MztqOzE3NTUwOzEyMDA7MzYwMDsyNDAw.jpeg\" alt=\"\" width=\"1200\" height=\"800\" \/><\/a><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><a href=\"https:\/\/vos.homolog.arsnova.work\/tao-serie\/master-of-none\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">No \u00faltimo post, eu avisei que era importante que Master of None fosse vista antes de o ano acabar. <\/a>Mas isso n\u00e3o impede que tu corra atr\u00e1s depois da virada. Vale a pena. Afinal, o que era para ser s\u00f3 mais uma com\u00e9dia rom\u00e2ntica com o simp\u00e1tico Aziz Ansari acabou por tornar-se uma das produ\u00e7\u00f5es mais representativas do momento em que a gente vive. Especialmente se tu est\u00e1s na casa dos 30 anos. A segunda temporada tem epis\u00f3dio em preto e branco, epis\u00f3dio mudo, com e sem os protagonistas, hist\u00f3ria de amor, toler\u00e2ncia e, ainda por cima, o Dev falando \u201callora\u201d durante o per\u00edodo em que ele vive na It\u00e1lia \u2013 \u00e9 muito fofo.<\/p>\n<h2 style=\"text-align: justify;\"><strong>.<\/strong><\/h2>\n<h2 style=\"text-align: justify;\"><strong>Mindhunter<\/strong><\/h2>\n<figure id=\"attachment_3327\" aria-describedby=\"caption-attachment-3327\" style=\"width: 3000px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><a href=\"https:\/\/vos.homolog.arsnova.work\/wp-content\/uploads\/2017\/12\/391_Mindhunter_103_Unit_04270R2.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"size-full wp-image-3327\" src=\"https:\/\/vos.homolog.arsnova.work\/wp-content\/uploads\/2017\/12\/391_Mindhunter_103_Unit_04270R2.jpg\" alt=\"\" width=\"3000\" height=\"2000\" \/><\/a><figcaption id=\"caption-attachment-3327\" class=\"wp-caption-text\">MINDHUNTER<\/figcaption><\/figure>\n<p style=\"text-align: justify;\">A grata surpresa do ano. Confesso que, dentre tantos t\u00edtulos do cat\u00e1logo da Netflix, escolhi Mindhunter somente por causa da minha estranha obsess\u00e3o com serial killers. Ou melhor, com suas hist\u00f3rias. Foi uma op\u00e7\u00e3o despretensiosa, mas que valeu a pena.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Nos anos 70, agente Holden Ford (Jonathan Groff), do FBI, se dedica a tra\u00e7ar um perfil psicol\u00f3gico para o ent\u00e3o novo fen\u00f4meno dos serial killers. A ideia \u00e9 desenvolver um m\u00e9todo que os ajude a compreender porqu\u00ea a morte quando n\u00e3o h\u00e1 \u201cmotivo\u201d. Para isso, eles passam a entrevistar assassinos condenados. S\u00e3o todos personagens reais como o aterrorizante, estranho e simp\u00e1tico \u2013 sim, ele \u00e9 \u2013 Ed Kemper (Cameron Britton).<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">A s\u00e9rie foi criada por David Fincher (Seven) e \u00e9 baseada em fatos reais, com uma boa dose de licen\u00e7a po\u00e9tica e suspense.<\/p>\n<h2 style=\"text-align: justify;\"><strong>.<\/strong><\/h2>\n<h2 style=\"text-align: justify;\"><strong>Twin Peaks<\/strong><\/h2>\n<p><a href=\"https:\/\/vos.homolog.arsnova.work\/wp-content\/uploads\/2017\/12\/twin-peaks-03.w710.h473.2x.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"size-full wp-image-3329 aligncenter\" src=\"https:\/\/vos.homolog.arsnova.work\/wp-content\/uploads\/2017\/12\/twin-peaks-03.w710.h473.2x.jpg\" alt=\"\" width=\"1420\" height=\"946\" \/><\/a><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">No ultimo epis\u00f3dio da segunda temporada, Laura Palmer disse: \u201cI\u00b4ll see you again in 25 years\u201d \u2013 \u201cEu o verei novamente em 25 anos\u201d. Atrasou, mas David Lynch cumpriu a promessa. E como o fez. No retorno de Twin Peaks, o diretor explora algumas lacunas das temporadas passadas e apresenta novos mist\u00e9rios ao p\u00fablico.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Os longos epis\u00f3dios n\u00e3o s\u00e3o empecilho para n\u00e3o querer desgrudar da TV. Afinal, o suspense compensa a tens\u00e3o. \u00c9 uma bela obra em termos de est\u00e9tica e narrativa.<\/p>\n<h2 style=\"text-align: justify;\"><strong>.<\/strong><\/h2>\n<h2 style=\"text-align: justify;\"><strong>The Handmaids Tale<\/strong><\/h2>\n<p><a href=\"https:\/\/vos.homolog.arsnova.work\/wp-content\/uploads\/2017\/12\/elizabeth-moss-in-the-handmaids-tale-sex-ceremony.png\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"size-full wp-image-3330 aligncenter\" src=\"https:\/\/vos.homolog.arsnova.work\/wp-content\/uploads\/2017\/12\/elizabeth-moss-in-the-handmaids-tale-sex-ceremony.png\" alt=\"\" width=\"1192\" height=\"570\" \/><\/a><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Recomendar a s\u00e9rie <a href=\"https:\/\/vos.homolog.arsnova.work\/tao-serie\/the-handmaids-tale-quando-ficcao-esta-muito-perto-da-realidade\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">The Handmaids Tale<\/a> ( O conto da Serva, em tradu\u00e7\u00e3o livre) \u00e9 um tanto desconfort\u00e1vel diante do contexto pol\u00edtico no qual estamos inseridos. A obra da Hulu \u00e9 uma adapta\u00e7\u00e3o do livro hom\u00f4nimo de Margaret Atwood, que apresenta um cen\u00e1rio dist\u00f3pico em que mulheres f\u00e9rteis s\u00e3o escravizadas por homens poderosos que as estupram com fins de reprodu\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Enquanto produto de entretenimento, apesar da bela fotografia e do suspense, \u00e9 uma obra de linguagem arrastada por vezes, que atrasa o engajamento inicial. Mas \u00e9 uma observa\u00e7\u00e3o absolutamente pessoal, que resistiu \u00e0 vontade de acompanhar aquela realidade t\u00e3o distante e t\u00e3o pr\u00f3xima. \u00c9 uma produ\u00e7\u00e3o importante e que deve ser vista. E que bom que eu insisti.<\/p>\n<p><strong>.<\/strong><\/p>\n<h2 style=\"text-align: justify;\"><strong>This is Us<\/strong><\/h2>\n<figure id=\"attachment_3332\" aria-describedby=\"caption-attachment-3332\" style=\"width: 1280px\" class=\"wp-caption alignnone\"><a href=\"https:\/\/vos.homolog.arsnova.work\/wp-content\/uploads\/2018\/01\/1280_this_is_us_winter_premiere_sad.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"size-full wp-image-3332\" src=\"https:\/\/vos.homolog.arsnova.work\/wp-content\/uploads\/2018\/01\/1280_this_is_us_winter_premiere_sad.jpg\" alt=\"\" width=\"1280\" height=\"720\" \/><\/a><figcaption id=\"caption-attachment-3332\" class=\"wp-caption-text\">THIS IS US &#8212; &#8220;Last Christmas&#8221; Episode 110 &#8212; Pictured: (l-r) Sterling K. Brown as Randall, Justin Hartley as Kevin, Chrissy Metz as Kate, Susan Kelechi Watson as Beth &#8212; (Photo by: Ron Batzdorff\/NBC)<\/figcaption><\/figure>\n<p style=\"text-align: justify;\">A s\u00e9rie s\u00f3 estreou no Brasil neste ano, mas j\u00e1 conquistou a quem teve a felicidade de cruzar seu caminho. This is Us \u00e9 um drama familiar que inova em formato e linguagem, j\u00e1 que conta duas hist\u00f3rias paralelas com um gap temporal de mais de 30 anos.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">A trama principal gira em torno de um grupo de pessoas que nasceu no mesmo dia. Na d\u00e9cada de 80, o casal Jack (Milo Ventimiglia) e Rebecca (Mandy Moore), espera a chegada de trig\u00eameos. No presente, Kevin (Justin Hartley) \u00e9 um ator de televis\u00e3o frustrado com os pap\u00e9is superficiais que interpreta; Kate (Chrissy Metz) luta contra a obesidade; e Randall (Sterling K. Brown) reencontra o pai que o abandonou quando ele era beb\u00ea.<\/p>\n<h2 style=\"text-align: justify;\"><strong>.<\/strong><\/h2>\n<h2 style=\"text-align: justify;\"><strong>Veep<\/strong><\/h2>\n<p><a href=\"https:\/\/vos.homolog.arsnova.work\/wp-content\/uploads\/2017\/12\/veep-cast.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"size-full wp-image-3328 aligncenter\" src=\"https:\/\/vos.homolog.arsnova.work\/wp-content\/uploads\/2017\/12\/veep-cast.jpg\" alt=\"\" width=\"2000\" height=\"1335\" \/><\/a><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\u00c9 quase um crime que eu ainda n\u00e3o tenha falado sobre a s\u00e9rie que considero uma das melhores de sempre \u2013 e n\u00e3o apenas no g\u00eanero da com\u00e9dia. Veep tem simplesmente um dos textos mais engra\u00e7ados e \u00e1cidos da TV. \u00c9 imposs\u00edvel n\u00e3o rir muito com a brilhante atua\u00e7\u00e3o de Julia Louis-Dreyfus no papel da ex- presidente Selina Meyer, que agora luta com todas as for\u00e7as e falta de no\u00e7\u00e3o para n\u00e3o cair no ostracismo. N\u00e3o \u00e0 toa o papel j\u00e1 lhe rendeu cinco Emmys de Melhor Atriz.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">O elenco \u00e9 impec\u00e1vel e os personagens impecavelmente imbecis. E para p\u00e2nico geral de todas as na\u00e7\u00f5es, a s\u00e9rie \u00e9 assustadoramente veross\u00edmil com suas lamban\u00e7as na Casa branca e desencontros entre deputados, presidentes e quaisquer pessoas que passem por Washington DC.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Infelizmente, no momento, Julia Louis-Dreyfus luta contra um c\u00e2ncer. Veep deve volta para uma \u00faltima temporada em 2019.<\/p>\n<h2 style=\"text-align: justify;\"><strong>Orange is The New Black<\/strong><\/h2>\n<p><a href=\"https:\/\/vos.homolog.arsnova.work\/wp-content\/uploads\/2017\/12\/oitnb_506_unit_00274_r_crop-h_2017.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\" wp-image-3331 aligncenter\" src=\"https:\/\/vos.homolog.arsnova.work\/wp-content\/uploads\/2017\/12\/oitnb_506_unit_00274_r_crop-h_2017.jpg\" alt=\"\" width=\"924\" height=\"520\" \/><\/a><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">A nova temporada come\u00e7a tr\u00eas dias ap\u00f3s a morte de Poussey Washington (Samira Wiley) e \u00e9 de partir o cora\u00e7\u00e3o. Mas mais do que isso, as detentas abordam temas que tem permeado a nossa realidade durante uma rebeli\u00e3o, como o movimento Black Lives Matter. A gente v\u00ea, atrav\u00e9s\u00a0das grades da Penitenci\u00e1ria de Litchfield, o preconceito do nosso mundo enquanto mulheres tentam encontrar sua voz. Vale cada minutinho, cada gr\u00e3o de pipoca.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>\u00c9 muito dif\u00edcil fazer uma lista reduzindo grandes produ\u00e7\u00f5es a n\u00fameros t\u00e3o diminutos. 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