{"id":1483,"date":"2017-04-29T18:16:51","date_gmt":"2017-04-29T21:16:51","guid":{"rendered":"https:\/\/vos.homolog.arsnova.work\/?p=1483"},"modified":"2017-12-27T12:00:45","modified_gmt":"2017-12-27T14:00:45","slug":"cambara-do-sul-parte-2-emboscada","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/vos.homolog.arsnova.work\/?p=1483","title":{"rendered":"Cambar\u00e1 do Sul \u2013 Parte 2: A Emboscada"},"content":{"rendered":"<p>Foi uma semana congelante no sul do Brasil, segundo relatos que recebi. Previsivelmente, a gauchada j\u00e1 come\u00e7a a se co\u00e7ar pra viajar pra serra e passar aquele frio gostoso enchendo a cara de vinho em frente a uma lareira e coisa e tal. Tr\u00eas amigas e eu resolvemos fazer isso e viajamos para Cambar\u00e1 do Sul\u00a0h\u00e1 quase cinco anos. E valeu a pena, mas foi uma viagem turbulenta \u2013 \u00f3bvio.<\/p>\n<p>.<\/p>\n<blockquote>\n<h2 style=\"text-align: justify;\"><strong><a href=\"https:\/\/vos.homolog.arsnova.work\/guia-de-viagem\/cambara-do-sul-parte-1-o-corpo-no-chao\/\">Come\u00e7ou com um corpo no ch\u00e3o, como j\u00e1 contei pra voc\u00eas,<\/a> mas o que viria pela frente era um potencial filme de suspense policial.<\/strong><\/h2>\n<\/blockquote>\n<p>.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">O suposto atropelamento deixou a viagem estranha, mas bastante propensa a ataques de riso eventuais. No meu caso, de puro nervosismo. Provavelmente algo que herdei de minha m\u00e3e, considerando que n\u00e3o h\u00e1 ningu\u00e9m no mundo que ria mais que ela ou o fa\u00e7a em situa\u00e7\u00f5es mais inadequadas. E os risos eram realmente aleat\u00f3rios, n\u00e3o est\u00e1vamos bebendo nem fumando maconha. S\u00f3 coca-cola e uns marlboros.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><a href=\"https:\/\/vos.homolog.arsnova.work\/wp-content\/uploads\/2017\/04\/Imagem-022.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignnone size-full wp-image-1477\" src=\"https:\/\/vos.homolog.arsnova.work\/wp-content\/uploads\/2017\/04\/Imagem-022.jpg\" alt=\"\" width=\"1920\" height=\"1080\" \/><\/a><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Quando avistamos a placa indicando que est\u00e1vamos em Cambar\u00e1 do Sul, j\u00e1 havia passado de 1h da manh\u00e3. A cidade parecia o cen\u00e1rio de um filme do Clint Eastwood. Abandonada, escura, com uma baita neblina e sem uma viva alma na rua. Veja bem, almas, havia. Vivas, nenhuma.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Todos os celulares estavam sem bateria \u2013 lembrem, era 2012 e as fotos foram tiradas com c\u00e2mera digital \u2013 e n\u00f3s n\u00e3o t\u00ednhamos a menor ideia de como chegar \u00e0 pousada. Est\u00e1vamos condenadas a vagar at\u00e9 que alguma pessoa aparecesse. Renata come\u00e7ou a dirigir em c\u00edrculos pela cidade, na esperan\u00e7a de que encontr\u00e1ssemos algu\u00e9m que pudesse nos ajudar. Felizmente, de alguma forma, chegamos at\u00e9 a casa em que ficava a Brigada Militar.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Neste ponto \u00e9 importante ressaltar que Fernanda e eu est\u00e1vamos em meio a um dos piores ataques de riso de toda a viagem. Eu n\u00e3o conseguia respirar, meu diafragma estava distendido e louco pra solu\u00e7ar e minha barriga estava t\u00e3o tensa que a c\u00e2imbra j\u00e1 se anunciava. N\u00e3o bem c\u00e2imbra, mas aquela dor que d\u00e1 quando a gente corre sem ter o menor preparo f\u00edsico, sabe. Por isso, Renata e Evelin, muito respons\u00e1veis, sugeriram que n\u00f3s fic\u00e1ssemos no carro pra que os policiais n\u00e3o se sentissem ofendidos. Justo.<\/p>\n<p>.<\/p>\n<blockquote>\n<h2 style=\"text-align: center;\"><strong>Elas desceram e come\u00e7aram a bater na porta, aparentemente sem muito sucesso. Quando j\u00e1 estavam voltando pra o carro, aparece algu\u00e9m na porta. Sem farda e armado. Elas se borraram, Fernanda e eu rimos ainda mais<\/strong><\/h2>\n<\/blockquote>\n<p>.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Esclarecida a situa\u00e7\u00e3o de estarmos vagando pela madrugada, as gurias pediram ajuda. Se desculparam pelo nosso comportamento infantil e eles, gentilmente, explicaram como chegar \u00e0 pousada. Quando elas voltaram pra o carro, perguntei pra Renata se ela havia entendido, ao que ela me garantiu que sim. Mentira. Duas quadras depois ela n\u00e3o sabia mais pra onde ir e n\u00f3s n\u00e3o consegu\u00edamos mais encontrar a Brigada.<\/p>\n<p>.<\/p>\n<blockquote>\n<h2 style=\"text-align: center;\"><strong>&#8220;Sem demora, notei que um carro nos seguia. As gurias estavam c\u00e9ticas, me chamaram de paran\u00f3ica&#8221;<\/strong><\/h2>\n<\/blockquote>\n<p>.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">A essa altura n\u00f3s j\u00e1 n\u00e3o r\u00edamos mais. Est\u00e1vamos com medo, mesmo. E t\u00ednhamos raz\u00e3o pra isso. Sem demora, notei que um carro nos seguia. As gurias estavam c\u00e9ticas, me chamaram de paranoica. Riram. Mas aquilo estava estranho. Renata resolveu testar o motorista e come\u00e7ou a entrar em ruelas improv\u00e1veis. A cada curva que n\u00f3s faz\u00edamos, eles seguiam o mesmo trajeto. Viramos \u00e0 direita. Eles tamb\u00e9m. Viramos \u00e0 esquerda, eles tamb\u00e9m.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Ficamos desesperadas. Assustadas de verdade. Est\u00e1vamos em uma cidade fantasma sendo seguidas por um autom\u00f3vel que parecia ter quatro homens dentro \u2013 exatamente a quantidade de mulheres em nosso carro. Renata foi mais corajosa \u2013e doida \u2013 e resolveu parar o carro e perguntar o que estava acontecendo. N\u00e3o reagimos bem.<\/p>\n<p>.<\/p>\n<blockquote>\n<h2 style=\"text-align: center;\"><strong>\u201cTu t\u00e1 louca. Eles v\u00e3o nos estuprar, nos matar, a gente n\u00e3o vai sair viva disso. N\u00e3o para esse carro. A gente vai ser presa f\u00e1cil. N\u00e3o faz isso!!!\u201d<\/strong><\/h2>\n<\/blockquote>\n<p>.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Eu estava em p\u00e2nico, a Fernanda chorava, a \u00c9velin blasfemava e a Renata abaixou o vidro e perguntou: \u201cO que voc\u00eas querem?\u201d Notando o nosso desespero, o rapaz sorriu e disse: \u201cA gente sabia que voc\u00eas iam se perder, por isso resolvemos ajudar.\u201d Eram os brigadianos que decidiram nos seguir, garantindo que chegar\u00edamos ao destino. \u201cA gente leva voc\u00eas at\u00e9 l\u00e1, segue o carro\u201d, explicou. Obviamente, diante do rid\u00edculo, ca\u00edmos na gargalhada de novo e fizemos o que eles disseram.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Mas algo soou estranho. Eles n\u00e3o estavam de viatura ou fardados. Hm, n\u00e3o parecia certo. Ao mesmo tempo, o carro seguia para uma rua escura, de ch\u00e3o batido, sem casas ou pr\u00e9dios no entorno. Todas pensamos a mesma coisa.<\/p>\n<p>.<\/p>\n<blockquote>\n<h2 style=\"text-align: center;\"><strong>\u201cN\u00f3s somos muito trouxas. \u00c9 uma emboscada!!!!\u201d<\/strong><\/h2>\n<\/blockquote>\n<p>.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Come\u00e7amos a gritar, eu comecei a chorar e a Fernanda n\u00e3o parava de gritar que era uma emboscada. A \u00c9velin e a Renata tentaram manter a calma, mas elas estavam apavoradas tamb\u00e9m. &#8220;Eles v\u00e3o nos estuprar no mato, cortar nossos corpos em pedacinhos e ningu\u00e9m nunca mais vai encontrar. Meu Deus, nossas fam\u00edlias. Que horror. Arranca esse carro, foge. \u00c9 uma emboscada! \u00c9 uma emboscada!!!!\u201d<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Eu sei que parece coisa de quem v\u00ea muito Criminal Minds, mas a situa\u00e7\u00e3o era tensa. Eu alternava entre risos e choro e estava muito assustada. At\u00e9 que tudo ficou ainda pior. Eles pararam o carro em uma rua escura e, aparentemente, sem sa\u00edda. N\u00e3o conseguir\u00edamos passar por eles. Nisso, outro carro surge do nada e nos fecha. Fodeu.<\/p>\n<p>.<\/p>\n<h3 style=\"text-align: center;\"><\/h3>\n<h2 style=\"text-align: center;\"><strong>\u201cEu disse que era uma emboscada, a gente vai morrer!!!\u201d, gritou a Fernanda<\/strong><\/h2>\n<p>.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">A essa altura do campeonato, todas n\u00f3s acredit\u00e1vamos nisso. De verdade. Quando eles desceram do carro, o discurso de despedida j\u00e1 come\u00e7ava a ser ensaiado e as l\u00e1grimas eram bastante intensas. Era o fim. Adieu. Era uma emboscada.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Exceto pelo fato de que est\u00e1vamos em frente \u00e0 pousada e o cara que \u201cnos fechou\u201d s\u00f3 estava entrando na garagem da pr\u00f3pria casa. Mas tamb\u00e9m, d\u00e1 uma olhada na rua do bagulho. Imagina \u00e0 noite. Compreens\u00edvel, n\u00e9?<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><a href=\"https:\/\/vos.homolog.arsnova.work\/wp-content\/uploads\/2017\/04\/Imagem-024.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignnone size-full wp-image-1478\" src=\"https:\/\/vos.homolog.arsnova.work\/wp-content\/uploads\/2017\/04\/Imagem-024.jpg\" alt=\"\" width=\"1920\" height=\"1080\" \/><\/a><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Sim, adivinhou, ca\u00edmos na gargalhada. De novo.\u00a0S\u00f3 que dessa vez foi dif\u00edcil de parar. Eu levei muito tempo. Acordamos o dono da pousada, demorei uma hora pra fazer a lareira funcionar (que j\u00e1 estava preparada e era s\u00f3 acender um f\u00f3sforo) e quase fui expulsa do quarto ao melhor estilo Big Brother, com vota\u00e7\u00e3o e tudo, porque n\u00e3o calava a boca.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Hoje \u201cA Emboscada\u201d virou nome de grupo no whatsapp. Mas a saga daquele final de semana n\u00e3o parou por a\u00ed. Ainda fizemos estragos em S\u00e3o Francisco de Paula&#8230;<\/p>\n<p>.<\/p>\n<h2 style=\"text-align: justify;\"><strong>Lugares para ver<\/strong><\/h2>\n<p style=\"text-align: justify;\"><em><strong>Fortaleza e Itaimbezinho<\/strong><\/em><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">O turismo em Cambar\u00e1 \u00e9 totalmente voltado pra natureza e as grandes atra\u00e7\u00f5es s\u00e3o os canyons da Fortaleza e o Itaimbezinho. Particularmente, acho o da Fortaleza mais bonito e interessante. O \u00fanico inconveniente \u00e9 o acesso. A estrada pra chegar at\u00e9 l\u00e1 \u00e9 horr\u00edvel. Mas n\u00e3o tem erro, \u00e9 s\u00f3 seguir as placas, mesmo quando parece que algu\u00e9m vai te matar no meio do nada. Chegando l\u00e1, \u00e9 s\u00f3 caminhar bastante e explorar as trilhas ao m\u00e1ximo &#8211; e desviar dos boizinhos &#8211; e aproveitar a vista maravilhosa. Pra quem gostas de algo mais radical, \u00e9 poss\u00edvel fazer a trilha no riacho que corta o canyon, mas pra isso \u00e9 preciso procurar as empresas especializadas que oferecem esse servi\u00e7o. Os hot\u00e9is e pousadas, na maioria, oferecem pacotes com passeios exclusivos por trilhas em diversos locais da regi\u00e3o.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><a href=\"https:\/\/vos.homolog.arsnova.work\/wp-content\/uploads\/2017\/04\/Imagem-086.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignnone size-full wp-image-1479\" src=\"https:\/\/vos.homolog.arsnova.work\/wp-content\/uploads\/2017\/04\/Imagem-086.jpg\" alt=\"\" width=\"1920\" height=\"1080\" \/><\/a><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">J\u00e1 o Itaimbezinho tem uma infraestrutura mais preparada para receber turistas, com guias, banheiros e tudo muito bem sinalizado. H\u00e1 duas trilhas, que o visitante escolhe de acordo com o quanto quer caminhar. Ao longo do caminho, h\u00e1 recantos lindos esperando por quem est\u00e1 afim de explorar o matagal, com riachos e cascatas pra recarregar as energias. S\u00f3 tomem cuidado com os b\u00fafalos. N\u00e3o \u00e9 piada. Especialmente com neblina&#8230;.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><a href=\"https:\/\/vos.homolog.arsnova.work\/wp-content\/uploads\/2017\/04\/Imagem-139.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignnone size-full wp-image-1481\" src=\"https:\/\/vos.homolog.arsnova.work\/wp-content\/uploads\/2017\/04\/Imagem-139.jpg\" alt=\"\" width=\"1920\" height=\"1080\" \/><\/a><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><em><strong>Turismo rural<\/strong><\/em><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Eu nasci na col\u00f4nia, ent\u00e3o passear por s\u00edtios e fazendas em meio a animais n\u00e3o me impressiona. Mas pra quem nasceu na cidade, pode ser um passeio interessante. H\u00e1 uma s\u00e9rie de est\u00e2ncias que est\u00e3o prontas para receber visitantes que queiram conhecer um pouco mais do universo campeiro. Os hot\u00e9is da regi\u00e3o est\u00e3o todos preparados pra indicar o melhor roteiro pra tua viagem.<\/p>\n<p>.<\/p>\n<h2 style=\"text-align: justify;\"><strong>Onde comer<\/strong><\/h2>\n<p style=\"text-align: justify;\">N\u00e3o \u00e9 uma cidade grande, com grandes restaurantes. por isso, recomendo a hospedagem em um local que ofere\u00e7a caf\u00e9 da manh\u00e3. Os melhores restaurantes da cidade est\u00e3o localizados no hot\u00e9is mais equipados &#8211; e caros -, que qualquer pessoa pode acessar. Mas h\u00e1 outras alternativas.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><a href=\"http:\/\/www.saboresdaquerencia.com.br\/produtos\"><strong><em>Sabores da Quer\u00eancia<\/em><\/strong><\/a><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\u00c9 um local delicioso que vende\u00a0geleias e antepastos org\u00e2nicos, produzidos no local, a Quer\u00eancia Macanuda. Quando n\u00f3s visitamos pela primeira vez, em 2012, s\u00f3 era poss\u00edvel fazer uma pequena degusta\u00e7\u00e3o dos produtos. Hoje o s\u00edtio est\u00e1 preparado para receber quem queira degustar um espumante ou uma boa cerveja artesanal. Ainda oferecem t\u00e1buas de queijos, sorvetes e outras del\u00edcias.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><a href=\"https:\/\/www.facebook.com\/Restaurante-Galp\u00e3o-Costaneira-232420593630756\/?rf=223581961058006\"><em><strong>Restaurante Galp\u00e3o Costaneira<\/strong><\/em><\/a><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">O lugar perfeito pra quem quer experimentar uma boa comida campeira, sem falar na \u00f3tima sele\u00e7\u00e3o de cacha\u00e7as que a casa oferece. \u00c9 um espet\u00e1culo no inverno, com a comida reconfortante e fog\u00f5es \u00e0 lenha. A comida \u00e9 maravilhosa e rola at\u00e9 um som bem gaud\u00e9rio.<\/p>\n<p>.<\/p>\n<h2 style=\"text-align: justify;\"><strong>Onde ficar<\/strong><\/h2>\n<p><a href=\"https:\/\/www.paradorcasadamontanha.com.br\"><em><strong>Parador Casa da Montanha<\/strong><\/em><\/a><\/p>\n<p>Se tem grana sobrando, nem pense em ficar em outro lugar. \u00c9 a experi\u00eancia perfeita. Da vista \u00e0 comida, dos spas \u00e0 lareira. Desenhado para agradar at\u00e9 ao cliente mais exigente, \u00e9 sofisticado sem apagar o clima rural da cidade.<\/p>\n<p><strong><a href=\"http:\/\/www.cabanasbrisadoscanyons.com.br\/en-us\/\"><em>Cabanas Brisa dos Canyons<\/em><\/a><\/strong><\/p>\n<p>Foram essas as cabanas dif\u00edceis de achar. Apesar do local ermo &#8211; que nem \u00e9 tanto assim -, vale muito a pena. O pre\u00e7o \u00e9 acess\u00edvel e as cabanas s\u00e3o bem equipadas e aconchegantes. Uma \u00f3tima alternativa.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Foi uma semana congelante no sul do Brasil, segundo relatos que recebi. Previsivelmente, a gauchada j\u00e1 come\u00e7a a se co\u00e7ar [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":3,"featured_media":1480,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_acf_changed":false,"footnotes":""},"categories":[1],"tags":[457,9,8,469,468,221,332,458,11],"class_list":["post-1483","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-guia-de-viagem","tag-cambara-do-sul","tag-georgia-santos","tag-guia-de-viagem","tag-inverno","tag-natureza","tag-rio-grande-do-sul","tag-turismo","tag-turismo-rural","tag-vos"],"acf":[],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/vos.homolog.arsnova.work\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/1483","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/vos.homolog.arsnova.work\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/vos.homolog.arsnova.work\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/vos.homolog.arsnova.work\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/users\/3"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/vos.homolog.arsnova.work\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fcomments&post=1483"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/vos.homolog.arsnova.work\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/1483\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/vos.homolog.arsnova.work\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/media\/1480"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/vos.homolog.arsnova.work\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fmedia&parent=1483"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/vos.homolog.arsnova.work\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fcategories&post=1483"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/vos.homolog.arsnova.work\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Ftags&post=1483"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}